A tecnologia nos proporciona equipamentos, softwares e maquinários cada vez mais efetivos em componentes, contudo, a manutenção deve ser periódica, a fim de preservar a funcionalidade operacional e mitigar possí­veis falhas que comprometem a execução de um determinado processo. Pensando nisso, a Byte In Motion elaborou um guia para te ajudar a entender o que é manutenção corretiva, além de compreender as diferenças nos tipos de manutenção. Confira!

A manutenção corretiva não é o correto tipo de manutenção, existem alternativas. | Foto: Freepik.

O que é manutenção corretiva?

A manutenção corretiva é um procedimento que visa corrigir ou identificar falhas ou danos em equipamentos, e é exatamente isso que a torna essencial em grandes indústrias e em empresas de pequeno porte. Geralmente, esse serviço tem o propósito de manter os recursos e processos em seu perfeito estado de funcionamento. 

Entretanto, a manutenção corretiva não é a única opção de manutenção, nem a mais indicada. Além da manutenção corretiva, existem os seguintes tipos:

Preventiva: executada antes dos apontamentos de falha por parte das máquinas, cuja finalidade é evitar que os equipamentos fiquem parados ou tenham que efetuar o reparo completo e, assim, interromper a atividade. São levados em consideração o tempo e frequência de uso, para que seja necessária uma nova vistoria.

Preditiva: tem como objetivo identificar as necessidades de manutenção antes de ocorrer, prevendo o momento de falha no equipamento, assim, contribui para a produtividade da instituição.

Autônoma: consiste na capacitação da mão de obra dos próprios operadores, ou seja, eles serão os principais responsáveis pelos cuidados dos equipamentos. Entretanto, deverão receber treinamentos adequados para realizar os diversos procedimentos e suporte para possí­veis falhas.

Manutenção Produtiva Total: ferramenta eficiente que consiste em deixar a manutenção com visão estratégica, estabelecendo qualidade e produtividade. Corrigir, restaurar e recuperar a operação com base em análises periódicas, alinhando diferentes áreas. 

Exemplos de manutenção corretiva

Agora, para que você compreenda melhor o que é manutenção corretiva, confira alguns exemplos:

Reparo de emergência

Um exemplo de manutenção corretiva é o reparo de emergência que ocorre em situações de urgência, como o próprio nome já entrega. Um elevador quebrado com pessoas dentro é uma das situações. 

Atuação

Um reparo focado em atuação acontece quando o equipamento/ativo está funcionando, mas não está em sua melhor forma. Então, é feita a manutenção corretiva para que esse equipamento ou ativo volte a funcionar 100%. Uma situação que exemplifica isso é um ar condicionado que não está gelando corretamente que irrita o usuário. 

Qualidade

Outro exemplo de manutenção corretiva é por qualidade. E, assim como no caso do reparo por emergência, o nome já entrega de cara. O reparo nesse caso acontece quando algo está funcionando com má qualidade. Um ônibus que treme todo quando anda é um alvo em potencial da manutenção corretiva por qualidade. 

Reparar

Consertar algo substituindo um elemento que está quebrado também é um sistema de manutenção corretiva. Esse exemplo é muito parecido com o primeiro, mas eles se diferenciam principalmente pela urgência. 

Tipos de falhas

Cada empresa possui seu tipo de gestão e, a partir das funcionalidades operacionais, a instituição deve ter um plano, a fim de prever possí­veis falhas que podem afetar toda produtividade dos serviços. Acompanhe os tipos de falhas:

Falha potencial

Problema ou falha que se encontra em estágio inicial, entretanto, o equipamento ainda desempenha sua função, possibilitando possí­vel a continuidade das atividades, sem impactos. Porém, é indicada a avaliação periódica.

Falha funcional

Essa falha ocorre quando a máquina para de funcionar de forma inesperada, perdendo a função para a qual foi projetada.

Tipos de manutenção corretiva

Agora, conheça os tipos de manutenção corretiva: 

Não programada

Quando a máquina ou equipamento para sua operação de forma inesperada, logo necessitando de manutenção imediata, urgente e potencialmente custosa.

Geralmente, está atribuí­da a falta de acompanhamento da manutenção preventiva. Ainda que a manutenção corretiva seja fundamental, é imprescindí­vel fazer a preventiva e aderir à  checagem da performance da máquina, a fim de evitar prejuí­zos, perda da produção e queda da produtividade.

Programada

Manutenção corretiva planejada é quando o problema no equipamento é identificado de forma antecipada, logo, os responsáveis podem programar o reparo do equipamento em um momento oportuno. Nesse perí­odo, a máquina pode ser configurada para operar em capacidade baixa e impossibilitar a parada total da linha de produção para reparo.

Custo da manutenção corretiva

Assim como todas as ações da empresa, a manutenção também gera possíveis custos de reparo ou substituição. O ideal é que a manutenção correta seja aplicada com cautela, para que a operação não sofra impactos diretos de produção. Quando planejada, a manutenção corretiva poderá ter custos mais baixos.

Antes de começar, compreenda os pontos em que o equipamento necessita de uma nova checagem e delimite ordem de prioridade entre o que é urgente e o que não compromete os resultados produtivos e, assim, programe a manutenção no tempo ideal e em ordem. Logo, a performance do equipamento não será prejudicada por completo.

Alternativa: manutenção preventiva

A manutenção preventiva consiste em assumir o controle e monitoramento das peças e equipamentos, com o objetivo de reduzir falhas em sua performance de estrutura.

Como medida de reduzir custos, as empresas têm optado pela metodologia da manutenção preventiva, por ser uma opção mais barata, comparada à  manutenção corretiva, visto que consiste em prevenir antes que o pior aconteça. 

Ao programar uma manutenção preventiva, estabeleça uma média aproximada do custo e quais equipamentos passarão pelo processo de restauração, modificação ou substituição. 

Nesses casos, é fundamental otimizar o ROI (Retorno sobre o investimento) e organizar processos e serviços com antecedência, definir os executores da ação e cada vez mais investir na alternativa de recursos necessários para o trabalho, minimizando os custos corretivos e evitando uma possí­vel paralisação total da produção.

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